LinkedIn: seus Shorts não te citam; o vídeo longo, sim
Post pronto com o achado contraintuitivo de 2026: a citação por IA no YouTube vai para vídeo longo estruturado, e os preditores são descrição e capítulos, não views.
Onde usar esta peça
Canais alvo: LinkedIn (primário) e Medium (secundário)
Achado de dados com contraintuição rende bem no LinkedIn de criadores e profissionais de marketing. Aprofunde no Medium e demonstre no próprio YouTube.
Copy pronto
Copie o bloco abaixo. Reescreva 20-30% em sua voz e confira os estudos de citação de 2026 antes de publicar.
Como adaptar para outros canais
- → Quora: responda "Shorts ajudam a aparecer na IA?" em ~400 palavras com os três achados e a distinção descoberta vs. citação.
- → Medium: amplie para 1.200 palavras com checklist de descrição, modelo de capítulos e exemplo de roteiro de aula.
- → X: thread de 7 posts, um achado por tweet, abrindo com a tese inteira.
- → Substack: edição da série "Vídeo que a IA cita" com o passo a passo de estruturação.
- → YouTube: o próprio vídeo longo estruturado é a demonstração viva da tese; use capítulos e cite os estudos na tela.
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Alexandre Caramaschi
CEO da Brasil GEO, ex-CMO da Semantix (Nasdaq), cofundador da AI Brasil. Edita o portal posgraduacaopsicologia.com.
Próximo passo
Como estruturar vídeo citável
A página de canal do YouTube traz os formatos, os erros que apagam a citação e roteiros prontos para reaproveitar a sua pesquisa em vídeo longo.